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Campello: “População de baixa renda dá valor aos cursos e tem garra para chegar até o final”

PRONATE C

Ministra apresentou resultados do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec). Estudo mostra que os beneficiários do Bolsa Família apresentam melhor desempenho educacional
publicado  em 09/07/2015 23h00
Exibir carrossel de imagens Ubirajara Machado Ministra Tereza Campello apresentou resultados do Pronatec entre 2011 e 2014

Ministra Tereza Campello apresentou resultados do Pronatec entre 2011 e 2014

Brasília – A ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, apresentou nesta quinta-feira (9) os resultados do Caderno de Estudos Inclusão Produtiva Urbana: o que fez o Pronatec/Bolsa Formação entre 2011 e 2014. Em relação à trajetória dos alunos, mais que dobrou a quantidade de beneficiários do Bolsa Família que conseguiram um emprego formal depois de terminar um curso do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec). 

Já para os brasileiros que estão no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal, o crescimento foi de 73,6%. “A população de baixa renda dá valor aos cursos e tem garra para chegar até o final. Estamos ofertando cursos que são necessários para o mercado de trabalho”, ressaltou. Segundo a ministra, os desafios agora são para ampliar os cursos noturnos, aumentar a oferta de acolhimento das crianças e garantir que o aluno qualificado encontre uma vaga de trabalho. 

Veja também:
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Acesse o Caderno de Estudos nº 24 - Inclusão Produtiva Urbana
Apresentação da ministra Tereza Campello

O Pronatec Bolsa Formação teve 2,8 milhões de matrículas nos últimos quatro anos. “Conseguimos chegar à população de baixa renda e melhoramos o perfil dos cursos voltados para essa população. É uma vitória conseguir alcançar as mulheres, os jovens e os negros”, afirmou a ministra. Ela disse ainda que, no mesmo período, foram 1,8 milhão de matrículas com o esforço do Sistema Único de Assistência Social (Suas).

Os beneficiários do Bolsa Família também apresentam melhor desempenho educacional, com maiores taxas de conclusão e aprovação. Eles tiveram aprovação de 88,3%, enquanto que, entre os que não estão no Cadastro Único, o índice é de 85,5%. Já o público beneficiário do Bolsa Família concluiu 81,4% dos cursos, ante 76,5% de quem não participa do Cadastro Único.

Segundo o ministro da Educação, Renato Janine, o Brasil está no caminho certo, com políticas de Estado que merecem ser continuadas. “Este momento de balanço da inclusão produtiva urbana é de celebração dessa parceria entre MDS e Ministério da Educação”, disse. Ele destacou ainda que a Busca Ativa é uma das principais características dos programas sociais do governo.

Nos últimos quatro anos, foram ofertados mais de 600 tipos de cursos. O Senai é o principal parceiro do MDS. “O Pronatec é uma agenda que descortina para o futuro como uma política de Estado. A formação profissional é cada vez mais um fator de inclusão social”, disse o diretor geral do Senai, Rafael Lucchesi.

Para a realização do estudo, foi feito cruzamento de dados do Cadastro Único, da folha de pagamento do Programa Bolsa Família, da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e do Cadastro de MEI.

Informações sobre os programas do MDS:
0800-707-2003 
mdspravoce.mds.gov.br

Informações para a imprensa:
Ascom/MDS
(61) 2030-1021