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Olinda ganha seu primeiro Centro Pop

POLÍTICAS PÚBLICAS

Instalação inaugurada na quinta-feira (30) fica no centro histórico da cidade pernambucana, onde se concentra a maior parte da população de rua
publicado  em 31/07/2015 00h00

Olinda, 31 – O educador social João Natan da Silva não precisa mais dividir espaço para trabalhar na abordagem social em Olinda (PE). Nesta quinta-feira (30), a cidade ganhou o primeiro Centro de Referência Especializada para Pessoas em Situação de Rua (Centro Pop). “Agora estou muito feliz com esse espaço próprio. Vamos poder acolher melhor a população de rua e atender com mais qualidade.”

Para levar o serviço a quem mais precisa, a localização do Centro Pop no bairro de Varadouro foi estratégica. “Creio que, de todas as pessoas de rua que acompanhamos, 70% estão aqui. Com a proximidade com o centro histórico, vai ficar muito mais fácil elas chegarem ao Centro Pop”, afirmou Silva.

O atendimento à população em situação de rua ganhou força nos últimos anos. “No Governo Dilma, a população de rua está ganhando visibilidade”, destacou a secretária nacional de Assistência Social do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), Ieda Castro, que participou da inauguração. Segundo ela, o desafio da prefeitura agora é dar oportunidades à população de rua. “Isso não acontece sem o apoio do poder público.”

No Centro Pop, a pessoa em situação de rua é atendida espontaneamente ou a pedido das equipes de Abordagem de Rua. A unidade possui uma equipe de psicólogos e assistentes sociais que conversam com as pessoas e entendem a situação de cada um, para oferecer serviços que melhorem a vida delas. Lá, eles ainda têm espaço para higienização e recebem atendimento médico e odontológico, alimentação. E podem aderir em uma das ações educativas desenvolvidas no Centro.

Proteção básica – No mesmo dia, a prefeitura reinaugurou o Centro de Referência de Assistência Social (Cras), no Bairro Novo. Edith Menezes Jorge, 69 anos, frequentadora assídua da unidade, afirma que o espaço mudou sua vida. “Aqui foi onde eu encontrei minha saúde. Eu cheguei com depressão e me encaminharam para o grupo dos idosos. Minha salvação foi o Cras.”

Edith devolveu o cartão do Bolsa Família quando se aposentou. E teve todo um acompanhamento psicológico oferecido pela equipe do Centro. “Participo das palestras do grupo de idosos, vou para as oficinas. As meninas gostam de mim aqui.”

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