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Intersetorialidade reforça políticas públicas de primeira infância

POLÍTICAS PÚBLICAS

Ação Brasil Carinhoso foi apresentada como exemplo de sucesso de como a integração de ações ampliam os resultados e melhoram a qualidade de vida da população
publicado  em 01/07/2015 00h00

Brasília, 1º – “O Brasil Carinhoso foi a primeira grande experiência brasileira de política integrada para a primeira infância envolvendo saúde, educação e assistência social. Ela pretendeu aumentar a renda de crianças e adolescentes extremamente pobres. E, com ela, 8,1 milhões saíram da extrema pobreza”, afirmou o secretário extraordinário de Superação da Extrema Pobreza do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), Tiago Falcão.


Ele participou nesta quarta-feira (1º) dos debates sobre o desafio da intersetorialidade nas políticas públicas durante o III Seminário Internacional Marco Legal de Primeira Infância, realizado pela Frente Parlamentar Mista de Primeira Infância, na Câmara dos Deputados, em Brasília.

De acordo com o secretário, a integração de ações intersetoriais reduziu as desigualdades sociais no país. Ele citou o exemplo das condicionalidades do Bolsa Família, que exigem que as crianças sejam vacinadas, pesadas e tenham presença na escola. “Esse esforço de intersetorialidade nos permite identificar a pobreza crônica do país, pois a grande maioria da pobreza extrema está em famílias com crianças de 0 a 6 anos.” Na população mais pobre, o nascimento prematuro foi reduzido em 14%, a mortalidade infantil por diarreia em 46% e a mortalidade por desnutrição em 58%.

Falcão considera, porém, que ainda há um grande desafio para ampliar a integração das políticas públicas. Ele defende a criação de instâncias de coordenação intersetoriais. “Temos experiências muito positivas de intersetorialidade. Mas precisamos aprofundar. Isto envolve rediscutirmos os sistemas universais que foram criados, onde os serviços, orçamentos e atribuições são de cada um e não de todos.”

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