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Cisternas transformam vida de mais de quatro milhões de pessoas no Semiárido

ÁGUA PARA TODOS

Governo federal entregou mais de 1,1 milhão de unidades para captação de água da chuva nos últimos 12 anos. Somente o programa Água para Todos, criado pelo Plano Brasil Sem Miséria, beneficiou 781 mil famílias na região desde 2011
publicado  em 19/01/2015 01h00

Brasília, 19 – Mais de quatro milhões de pessoas que vivem no Semiárido tiveram acesso à água para beber, cozinhar e para a higiene pessoal graças às cisternas entregues pelo governo federal nos últimos 12 anos. Foram mais de 1,1 milhão de unidades para captação da água da chuva para consumo humano, que representam uma capacidade de armazenamento de mais de 17,6 bilhões de litros de água no Nordeste e no norte de Minas Gerais. 

“As cisternas proporcionaram, dentre outros benefícios, melhores condições de saúde. Além disso, reduzem o tempo e o esforço gastos nos deslocamentos das famílias para a obtenção de água”, destaca o secretário nacional de Segurança Alimentar e Nutricional do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), Arnoldo de Campos. 

Tabela água para todos 
Somente o programa Água para Todos, criado pelo Plano Brasil Sem Miséria em 2011, construiu 781 mil cisternas de placas de cimento e mais de 100 mil tecnologias sociais voltadas à produção de alimentos. A meta definida no período era implantar 750 mil reservatórios de água para consumo humano e 76 mil unidades para produção. 

As cisternas – soluções simples para captar e armazenar água da chuva – amenizam os efeitos da seca prolongada. Com isso, é possível que uma família de cinco pessoas possa conviver com a estiagem por até oito meses. 

Desafios – Para Arnoldo de Campos, com as metas do programa cumpridas com sucesso, outros desafios se apresentam no Semiárido. “O próximo ciclo deve buscar a expansão do acesso à água para a produção de alimentos na região de forma integrada e articulada a outras políticas de apoio à agricultura familiar, como assistência técnica rural, fomento, crédito e acesso aos mercados, tornando mais efetiva e sustentável a inclusão produtiva dessas famílias.” 

O secretário ressalta que também é necessário consolidar a expansão do Programa Água para Todos para outras regiões e biomas que sofrem com ausência de água potável para o consumo humano, como a Amazônia, ou que sofrem problemas de irregularidade na distribuição hídrica ao longo do ano, como a região Sul. 

O Água para Todos é uma parceria do MDS, Ministério da Integração Nacional, que o coordena, da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), do Ministério do Meio Ambiente, da Fundação Banco do Brasil, da Petrobrás e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). As ações são executadas em parceria com estados, consórcio públicos, entidades privadas sem fins lucrativos e bancos públicos, como o Banco do Nordeste. 

Informações sobre os programas do MDS:
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mdspravoce.mds.gov.br 

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