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Tereza Campello: “No meio rural, a transformação é mais visível”

INCLUSÃO PRODUTIVA

Ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome participou do lançamento do Caderno de Estudos sobre resultados da inclusão produtiva rural a partir do Brasil Sem Miséria
publicado  em 01/12/2015 15h00
Foto: Ana Nascimento/MDS

Brasília – As ações de inclusão produtiva rural do Plano Brasil Sem Miséria, como o Programa Cisternas, o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e o Programa de Fomento às Atividades Rurais, modificaram a face do campo no país nos últimos anos. “No meio rural, a transformação é muito mais visível”, afirmou nesta terça-feira (1º) a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello. Ela participou do lançamento do Caderno de Estudos A Inclusão Produtiva Rural no Brasil Sem Miséria: O Desafio da Superação da Pobreza no Campo, em Brasília. 

Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) 2014, divulgada neste mês pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que a extrema pobreza na área rural caiu 65,2% e a pobreza teve uma redução de 58,7% entre 2002 e 2014. Segundo Tereza Campello, há outros resultados que devem também ser comemorados. “As crianças deixaram de morrer, não tivemos êxodo rural como tivemos em secas muito menores do que esta que o semiárido está vivendo agora. Esses são os verdadeiros resultados.” 

A ministra destacou que o sucesso das políticas voltadas para a população rural do Plano Brasil Sem Miséria se deve à parceria com outros ministérios, como o do Desenvolvimento Agrário, para realizar diagnósticos conjuntos e trabalhar em escala. “Nós fomos capazes de transformar o Brasil com nossas políticas públicas. Temos a obrigação de continuar inovando”, explicou. “Melhorando as condições de vida e de produção no campo, também é bom para a cidade. O aumento a produção de alimentos também nos apoiaram a sair do Mapa da Fome.” 

O ministro do Desenvolvimento Agrário, Patrus Ananias, reforçou que, ao visitar assentamentos pelo interior do país, é perceptível o poder das políticas públicas para a população mais pobre. “Há um Brasil que é vivo. Há uma outra realidade que ocorre no país”, contou. Segundo Ananias, para avançar, é necessário não retroceder nos avanços sociais conquistados. E os desafios estão em promover condições dignas de moradia em assentamentos, fortalecer o cooperativismo na agricultura familiar e estimular a agroecologia e o beneficiamento dos produtos por meio de agroindústrias para agregar valor aos alimentos. 

As políticas públicas brasileiras, no campo e na cidade, dão resultados visíveis e servem de incentivo para outros países do mundo, como destacou o diretor do Centro de Excelência contra a Fome da Organização das Nações Unidas (ONU) no Brasil, Daniel Balaban. “O Cadastro Único, por exemplo, já está sendo utilizado por cerca de 30 países”, apontou. Ele lembrou também que a ONU, nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, estipulou o desafio fome zero até 2030, baseada no caso do Brasil. “Não existe milagre. Hoje o Brasil construiu políticas sociais como retorno significativos e elas vieram para serem continuadas, consolidadas." 

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