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Plenárias discutem especificidades regionais em Conferência

10ª Conferência Nacional de Assistência Social

Sul, Sudeste e Centro-Oeste deram destaque para qualificação dos trabalhadores, melhoria no repasse dos recursos e atendimento para grupos específicos
publicado  em 09/12/2015 16h02
Exibir carrossel de imagens Foto: Ana Nascimento/MDS

Brasília – Discutir as especificidades de cada região é o objetivo das plenárias simultâneas realizadas nesta quarta-feira (9), durante a 10ª Conferência Nacional de Assistência Social. A secretária nacional de Assistência Social do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), Ieda Castro, explica que essa forma de debate abre espaço para pensar o país com as peculiaridades e singularidades de cada lugar. “Dessa forma, as ofertas vão chegar aos municípios de acordo com as necessidades das pessoas. E essas necessidades são diferenciadas em cada região.” 

As políticas direcionadas a grupos específicos foi um dos temas mais abordados no debate entre gestores, trabalhadores e usuários da região Sudeste. Segundo o assistente social de Januária (MG), Gabriel Damásio, as famílias do campo, as comunidades tradicionais e os indígenas estão desprotegidos e sem acesso às políticas públicas. “Esses grupos têm direitos previstos na Constituição Federal e em legislações afins. É preciso que os serviços cheguem até eles.” 

No Centro-Oeste, a discussão ficou mais pautada na qualificação dos trabalhadores do Sistema Único de Assistência Social (Suas). De Guarantã do Norte (MT), Peterson Garcia Pereira destacou que esse é um grande problema na cidade. “Além disso, sofremos com a falta de uma equipe completa, com servidores efetivos e concursados.” 

A participação efetiva das pessoas que são atendidas pela assistência social foi destaque no debate da região Sul. A usuária Michele Dias, de Arambaré (RS), elogiou o Suas em seu município, com apenas 3,7 mil habitantes. Ela conta que só consegue trabalhar e estudar porque seus filhos participam de várias atividades no Centro de Referência da Assistência Social (Cras) durante o contraturno escolar. “Eles fazem capoeira, artesanato, teatro, dança tradicional gaúcha. Quando não estão na escola, estão no Cras.” 

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