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Pesquisas são essenciais para avaliar impactos das políticas públicas

DESENVOLVIMENTO SOCIAL

Reunidos em Brasília, técnicos do governo federal e especialistas sobre de instituições nacionais e internacionais discutiram indicadores e tendências sobre a pobreza no Brasil
publicado  em 04/12/2015 12h27
Foto: Ana Nascimento/MDS

Brasília – O aprimoramento dos programas sociais depende do desenvolvimento de pesquisas e indicadores que mostrem como eles melhoram a vida da população. “Fazer a pesquisa com um nível de refinamento nos permite avaliar como as políticas de fato impactaram o país. Ao mensurar a pobreza para fazer avaliações de políticas públicas, podemos deduzir novos rumos e corrigir o que a gente precisa corrigir”, explica a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello.

Ela participou, na quinta-feira (3), da Oficina Técnica: Pobreza e Desigualdade no Brasil: indicadores e tendências de 1992 a 2014. O encontro, organizado pela Escola Nacional de Administração Pública (Enap) e pela Iniciativa Brasileira de Aprendizagem por um Mundo sem Pobreza (WWP, na sigla em inglês), reuniu técnicos do governo federal e especialistas sobre o tema de instituições nacionais e internacionais.

O chefe do Centro de Políticas Sociais da Fundação Getúlio Vargas (FGV-RJ), Marcelo Neri, avaliou que a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2014 foi surpreendentemente positiva e mostrou a força do Brasil. Para 2015, o economista estima que a queda da pobreza deve ser baixa. “O que a Pnad Contínua mostra é estabilidade da massa de renda do trabalho. Apesar do aumente da inflação e do desemprego, a renda real se manteve e o nível se manteve em 92 milhões. Eu diria que se tiver uma queda deve ser 1/3 da queda do PIB, o que é um bom resultado.”

A tendência da pobreza para 2015 também foi avaliada pelo pesquisador do Centro Internacional de Políticas para o Crescimento Inclusivo do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (IPC-IG), Luís Henrique Paiva. “Os resultados iniciais de 2015 mostram que a queda na pobreza é robusta. Ela não foi revertida, mesmo sabendo que os resultados da área econômica e do mercado de trabalho não são bons em 2015.”

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