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Delegados defendem criação de equipes para Cadastro Único

PROGRAMAS SOCIAIS

Demanda foi apresentada como prioridade nas plenárias temáticas realizadas nesta quarta (9) durante a 10ª Conferência Nacional de Assistência Social
publicado  em 09/12/2015 19h00
Foto: Ubirajara Machado/MDS

Brasília – A oferta de serviços do Sistema Único de Assistência Social (Suas) demanda cada vez mais dedicação dos trabalhadores do sistema. Na tarde desta quarta-feira (9), os delegados que participaram da plenária Qualificação do Trabalho no Suas na consolidação do Pacto Federativo, na 10ª Conferência Nacional de Assistência Social, defenderam a criação de uma equipe especial para fazer o cadastramento da população.

“É importante ter uma equipe para o Cadastro Único. Porque a demanda do Cras [Centro de Referência de Assistência Social] é grande e os outros profissionais não podem ser direcionados para isso”, explica a assistente social do Rio de Janeiro (RJ), Lucélia Tavares de Lacerda. Ela destacou a importância de contratação dos profissionais do Suas por meio de concurso público para dar mais qualidade e continuidade ao trabalho feito com a população. “Os trabalhadores são poucos em relação à população atendida.”

Na plenária Primazia da responsabilidade do Estado: por um Suas Público, Universal, Republicano e Federativo, o destaque foi para a participação dos estados no financiamento do Suas. Wanderlei Ribeiro, de Parintins (AM), afirma que muitos serviços são ofertados nos municípios precariamente. Segundo ele, a distribuição dos financiamentos de cada ente federativo seria a solução para melhorar a rede. “Discutimos pela manhã as prioridades do Suas de cada região. Agora precisamos definir um orçamento, estamos aqui brigando por isso.  Para definir um repasse que possa ser justo para cada região.”

Convidada para participar da conferência, a presidente do Colegiado Estadual de Gestores Municipais de Assistência Social do Rio Grande do Norte (Coegemas-RN), Maria Gorete Soares, reforçou a importância de definir as responsabilidades dos governos estaduais, prefeituras e governo federal. “A assistência social como política pública precisa ser respeitada e entendida como tal, não como algo que é a sobra das outras políticas.”

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