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Qualidade do atendimento é desafio para assistência social

SUAS

Ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome participou de seminário, na Câmara dos Deputados, que comemorou 10 anos do Suas
publicado  em 13/08/2015 10h55
Foto: Ana Nascimento Ministra Tereza Campello participa do seminário que debateu os 10 do Sistema Único de Assistência Social (Suas)

Ministra Tereza Campello participa do seminário que debateu os 10 do Sistema Único de Assistência Social (Suas)

Brasília – Um dos principais objetivos a serem alcançados nos próximos anos pela política de assistência social é garantir um serviço de qualidade à população que busca atendimento no Sistema Único de Assistência Social (Suas). Este desafio foi destacado pela ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, durante o seminário Debater os 10 anos do Suas, promovido na manhã desta quinta-feira (13).

Para avançar nas políticas sociais e alcançar a meta de ofertar mais qualidade no atendimento à população em vulnerabilidade, Tereza Campello apontou que precisa melhorar as condições e capacitação dos trabalhadores que atuam na assistência social. Segundo ela, é necessário determinar as funções de estados e municípios na política. “Como podemos avançar com diferentes atuações e com diferentes níveis de financiamento da política? Ter avançado tanto, nos faz ver que podemos e temos a obrigação de avançar muito mais nos próximos anos. Demos conta porque fizemos juntos.”

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A ministra também destacou as principais conquistas durante os 10 anos do Suas. O marco legal constituído sobre as ações e serviços, os mais de 600 mil profissionais que atual na rede de assistência social, os mais de dez mil equipamentos instalados em todo o país e as ferramentas de monitoramento são pilares para assegurar a assistência social como direito.

“Colocamos esse direito como obrigação do Estado na Constituição, mas a assistência social só foi garantida com o Suas”, disse Tereza Campello. “Em um país deste tamanho, se não tiver critérios, você acaba sendo injusto e faz o pior tipo de política – que é a política que não chega à população.”

Ela defendeu ainda que não haja retrocessos nas garantias sociais alcançadas pela população nos últimos 10 anos. “Temos que ter os dois olhos bem abertos. Um na vigilância, para que a gente não retroceda. E o outro no futuro, para ver no que devemos avançar”, afirmou. “Aqueles mais vulneráveis, que são, em geral, a população mais pobre, têm hoje a assistência social como a principal porta de entrada para a garantia dos seus direitos.”

A secretária municipal de assistência social de Abaetetuba (PA), Rita Abreu Fagundes, apoia a definição de papeis dos entes federados na política de assistência social. “Queremos ter as três esferas de governo trabalhando juntas para fortalecer o Sistema, que faz a diferença na vida das pessoas e que muda a realidade deles e de todo o país.”

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