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Melhoria na atenção básica de saúde melhora vida da população mais pobre

POLÍTICAS SOCIAIS

Na comemoração de dois anos do Programa Mais Médicos, presidenta Dilma Rousseff ainda destacou a parceria entre o programa de saúde e o Bolsa Família para melhorar indicadores da primeira infância
publicado  em 04/08/2015 00h00

Brasília, 4 – A população mais pobre do país tem hoje acesso a um serviço de saúde melhor, principalmente na atenção básica. Nos municípios que aderiram ao Programa Mais Médicos, que completou dois anos nesta terça-feira (4), houve aumento de 33% no número de consultas realizadas, contra apenas 15% observado em cidades que não aderiram à ação. “Essa presença dos profissionais já traz resultados, com aumento do número de consultas e redução das internações nos municípios com médicos do programa”, afirmou o ministro da Saúde, Arthur Chioro. 

A maior parte das prefeituras que aderiram ao Mais Médicos foram de locais de alta vulnerabilidade social. “Isso significa que as nossas gestantes estão sendo mais bem cuidadas, que os nossos bebês estão crescendo com mais cuidado médico e que as crianças do Bolsa Família já são impactadas de forma decisiva pela qualidade da atenção básica ofertada”, explicou Chioro.

A presidenta da República Dilma Rousseff comemorou o sucesso do programa. Em dois anos de existência, o Mais Médicos já conta com 18,2 mil profissionais em mais de 4 mil municípios e em todos os distritos indígenas brasileiros. “O Mais Médicos, junto com os programas de assistência social, o Bolsa Família, permite que tenhamos uma forma global de tratar da criança no país. Conseguimos indicadores vitoriosos na redução da mortalidade infantil e queremos ampliar outros indicadores.”

Atualmente, por meio da condicionalidade de saúde do Bolsa Família, mais de 5,6 milhões de crianças de até 6 anos de idade tiveram o calendário de vacinação acompanhado no último semestre. Além disso, 99% das beneficiárias gestantes realizam o pré-natal, ação de monitoramento importante para a saúde da mulher e para o desenvolvimento da criança. Com isso, o índice de crianças prematuras já caiu 14% e há uma menor prevalência de baixo peso ao nascer. O déficit de estatura das crianças acompanhadas pelo programa também já foi reduzido em 51%.

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