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Ações do governo reforçam desenvolvimento humano

POLÍTICAS SOCIAIS

Brasil é o país dos Brics mais bem posicionado no Índice de Progresso Social 2015
publicado  em 10/08/2015 00h00

Brasília  – Os programas e políticas sociais do governo federal reforçam o desenvolvimento inclusivo da população brasileira. Este é o retrato apresentado no relatório Índice de Progresso Social de 2015, da fundação Social Progress Imperative, dos EUA.

Em uma lista com 133 países, o Brasil aparece com 70,89, em 42º lugar, sendo o mais bem posicionado entre os membros do Brics – África do Sul é a 63ª colocada, Rússia, 71ª, China, 92ª, e Índia, 101ª. No ano passado, o país ocupava a 46ª posição.

Na categoria “Necessidades Humanas Básicas”, foram avaliados aspectos quanto à desnutrição, déficit alimentar, taxa de mortalidade infantil, acesso rural a fontes de água de qualidade, entre outras. O resultado apresentado pelo país reforça o reconhecimento Organização para Alimentação e Agricultura das Nações Unidas (FAO, na sigla em inglês), que em 2014 tirou o Brasil do Mapa Mundial da Fome.

As medidas adotadas pelo governo brasileiro – tanto as de caráter direto, como a merenda escolar, ou indireto, como o Bolsa Família – têm sido decisivas na geração de oportunidades de acesso aos alimentos pelas famílias mais pobres. Entre 2002 e 2014, caiu em 82% a população subalimentada no Brasil – e os principais beneficiados foram as crianças. E o programa de complementação de renda, aliado ao crescimento do Programa Saúde na Família, reduziu a mortalidade infantil em 19,4% entre os anos de 2004 e 2009. E essa diminuição foi ainda maior por causas relacionadas à pobreza: 46% de mortalidade por diarreia e 58% por desnutrição.

Superada a fome como problema estrutural, o Brasil enfrenta novos desafios para assegurar a segurança alimentar da população. Hoje, a qualidade dos alimentos que chegam à mesa da população, o combate ao sobrepeso e à obesidade (decorrentes da má alimentação) e a redução da insegurança alimentar e nutricional de grupos populacionais específicos estão na agenda prioritária do país, que acompanha a transição nutricional em curso no mundo.

Um dos desafios é reduzir o consumo de alimentos processados e ultraprocessados, alcançar a recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) para o consumo de frutas e hortaliças (400 gramas/dia) e dar prioridade ao consumo de preparações feitas com alimentos in natura e minimamente processados, como o tradicional arroz com feijão. A nova agenda prioriza a melhoria da qualidade da alimentação, por meio da oferta de alimentos mais saudáveis, diversificados e que respeitem a cultura alimentar local.

Campo – Outro indicador identificou que o Brasil está bem posicionado no acesso rural á água de qualidade. O resultado é fruto da articulação de diversos órgãos do governo federal, por meio do programa Água para Todos. De 2003 a junho de 2015, 1,2 milhão de famílias do Semiárido receberam cisternas de placas, uma tecnologia social simples e de baixo custo que se estabeleceu como uma das principais estratégias de convivência com o clima árido da região.

Cada família recebe uma cisterna com capacidade para armazenar 16 mil litros. Com isso, é possível que até cinco pessoas possam ter água para beber e cozinhar por oito meses. O acesso a ela, entre outros benefícios, reduz a incidência de doenças relacionadas à pobreza e melhora a qualidade de vida das pessoas, sobretudo das mulheres, que, antes desses reservatórios, tinham de percorrer quilômetros, diariamente, muitas vezes levando as crianças consigo, em busca de água de má qualidade.

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