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Suas é pilar da estratégia de combate à pobreza, diz Tereza Campello

ARTIGO

Em artigo publicado no jornal O Povo (CE), ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome exalta conquistas dos últimos dez anos e propõe desafios para “salto de gestão
publicado  em 27/04/2015 10h40
Brasília, 27- A ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, destacou a mudança de paradigmas na assistência social após a criação do Sistema Único da Assistência Social (Suas), em artigo publicado no jornal O Povo, do Ceará, no último sábado (25). “Nos últimos dez anos, União, estados e municípios vêm consolidando um sistema de proteção social no Brasil, que hoje funciona como pilar da estratégia de combate à pobreza”, afirmou.
No texto, a ministra ressaltou que o processo de consolidação do sistema criado em 2005 requer ainda a aprovação de legislação complementar nos estados e municípios, a ampliação da oferta de qualificação aos profissionais da área e o reforço da atuação integrada nos diferentes níveis de governo. E disse também que é possível dar um salto de gestão com o atual orçamento destinado à área.
Tereza Campello participa, nesta terça-feira (28) em Fortaleza (CE), do XVII Encontro Nacional do Colegiado Nacional de Gestores Municipais de Assistência Social (Congemas). A proposta do encontro é discutir avanços e desafios das políticas para a assistência social e a construção da agenda política do colegiado.  
Leia abaixo a íntegra do artigo:
 
Uma agenda estratégica para o país
Tereza Campello
Ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS)
 
Nos últimos dez anos, União, estados e municípios vêm consolidando um sistema de proteção social no Brasil, que hoje funciona como pilar da estratégia de combate à pobreza. Com a criação do Sistema Único da Assistência Social (Suas), em 2005, o país deixou para trás o antigo assistencialismo, e o Estado passou a assumir a responsabilidade de garantir os direitos da população mais pobre.
 O Suas organizou os papéis e responsabilidades nos três níveis de governo, com regras claras e transparência no repasse de verbas. É compartilhada a gestão do Cadastro Único de Programas Sociais, que reúne informações de quase 80 milhões de brasileiros, peça central da nossa rede. Essas parcerias também sustentam o sucesso de programas como o Bolsa Família e do acompanhamento de suas condicionalidades, além de ações de qualificação profissional e inclusão produtiva. 
Os resultados na qualidade de vida são evidentes. O Bolsa Família está praticamente universalizado, garantindo a complementação de renda necessária para que nenhum beneficiário viva em situação de pobreza extrema. Os resultados vão além do aumento da renda, com o maior acesso à saúde, educação e demais serviços. A pobreza foi enfrentada em suas várias dimensões. E os que mais melhoraram de vida foram justamente os brasileiros mais pobres.
Na próxima semana, em Fortaleza, representantes de prefeituras de todo o país estarão reunidos no XVII Encontro Nacional do Colegiado Nacional de Gestores Municipais de Assistência Social (Congemas) para debater o futuro da área.  
É hora de o Suas enfrentar os novos desafios que se apresentam. A consolidação do sistema requer ainda a aprovação de legislação complementar nos estados e municípios, a ampliação da oferta de qualificação profissional aos quase 600 mil profissionais da assistência social e o reforço da atuação integrada nos diferentes níveis de governo.
Nosso maior desafio é melhorar os serviços prestados à população. O investimento em assistência social saltou de R$ 1,6 bilhão, em 1995, para R$ 70,8 bilhões, em 2014. Sabemos que é possível dar um salto de gestão com o atual orçamento destinado à área. Mas é preciso construir indicadores que nos permitam monitorar os avanços e estabelecer metas para o futuro.
 Tivemos avanços significativos recentemente no Brasil, como quando o país saiu do Mapa da Fome das Nações Unidas. Também no primeiro mandato da presidente Dilma Rousseff, o Brasil tirou mais 22 milhões de pessoas da extrema pobreza. Já nasceu a primeira geração de brasileiros sem fome e na escola. Contamos com as parcerias e a participação social para seguirmos no caminho por um país menos desigual e com mais inclusão.
 

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