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Desigualdade segue em queda

POLÍTICAS PÚBLICAS

Novos dados da Pnad 2013 reafirmam a trajetória de queda das desigualdades e mantêm as principais tendências verificadas nesta década
publicado  em 20/09/2014 00h00

Brasília, 20 – Os novos dados da Pnad 2013 reafirmam a trajetória de queda das desigualdades e mantêm as principais tendências verificadas nesta década. De acordo com os dados da pesquisa, de 2011 a 2013, a renda total dos domicílios cresceu à taxa média de 4,2% reais ao ano. No mesmo período, a renda domiciliar cresceu mais entre os 40% mais pobres: 5,2% anuais.

Com isso, a desigualdade da renda domiciliar aferida pelo índice de Gini prosseguiu em queda na década atual, de 0,501 para 0,497. O índice de Gini da renda domiciliar per capita caiu ainda mais no período, de 0,527 para 0,522.

A desigualdade também atingiu, em 2013, seu menor nível histórico em outras dimensões, como nos rendimentos do trabalho e nos rendimentos pessoais de todas as fontes. No caso do desemprego, a taxa de 6,5% em 2013 não foi alterada pela correção dos dados da Pnad, mantendo-se em patamar baixo quando comparado a diversos países que enfrentam problema de desemprego.

Na década atual, a Pnad mostra crescimento real da renda per capita para todos os brasileiros, acima de 5,1% anuais para os 40% do topo e acima de 6,3% para a base e o meio da distribuição.

A qualidade do trabalho melhorou e, após a correção dos dados, confirma-se o maior percentual histórico de ocupados contribuindo para a previdência, 61,5%, com 2,88 milhões de novos empregados formais e microempreendedores individuais protegidos de 2011 a 2013. O crescimento do salário real em 2013, de 3,8%, foi notável, ainda que abaixo do percentual anunciado anteriormente. Na década atual, o crescimento médio do poder de compra dos salários foi de 4,7% ao ano, sustentado pela tendência geral de aumento da escolaridade.

Como destacado anteriormente, após a correção dos dados, permaneceu a tendência de aumento de escolarização das crianças. Um fator de destaque foi o forte avanço a pré-escola, cuja taxa de acesso foi corrigida de 81,2% para 81,4%, a maior da série histórica, garantindo a entrada mais cedo de um maior número de crianças na educação formal, fundamental para novas quedas futuras das desigualdades.

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