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Lanchas oceânicas do MDS irão atender populações extrativistas

POLÍTICAS SOCIAIS

Ministra Tereza Campello conheceu protótipo da embarcação em visita à Base Naval de Val-de-Cães, em Belém
publicado  em 20/10/2014 00h00

Brasília, 20 – Quinze lanchas oceânicas vão atender populações extrativistas que vivem em áreas isoladas e de difícil acesso na Amazônia Legal. As embarcações estão sendo construídas pela Marinha em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS). Na sexta-feira (17), a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, visitou a Base Naval de Val-de-Cães, em Belém (PA), para conhecer o protótipo da embarcação – já em fase final de execução.

Foto: Ana Nascimento/MDS


“Em alguns lugares, se o Estado não for até as comunidades, a rede de assistência social não chega como deveria. As lanchas oceânicas vão levar as equipes da assistência social para acolher essa população que também têm direitos”, destacou.

Campello lembrou que a Marinha já construiu 123 lanchas fluviais para atender as comunidades ribeirinhas. As 15 embarcações oceânicas, maiores que as lanchas fluviais, irão trafegar por locais que têm influência marítima, sujeitos a correntezas, ventos e marés.

“Antes essas comunidades tinham que se deslocar para a cidade para receber o auxílio da assistência social. Agora, as equipes volantes dos Cras [Centros de Referência de Assistência Social] vão levar um conjunto de políticas sociais até elas”, reforçou a ministra. Uma das principais atribuições das lanchas é encontrar pessoas em situação de extrema pobreza que ainda não foram inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal por meio da busca ativa.


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