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Programas sociais brasileiros aproveitam bônus demográfico

PROGRAMAS SOCIAIS

Relatório do Fundo das Nações Unidas para a População (UNFPA) mostra que investimento na juventude amplia desenvolvimento econômico. Ministra Tereza Campello destaca resultados das políticas públicas para reforçar educação e acesso ao mercado de trabalho da população nesta faixa etária
publicado  em 18/11/2014 00h00

Brasília, 18 – O governo federal investe para aproveitar os benefícios do bônus demográfico – quando a população de 16 a 45 anos é maior do que crianças e idosos. “O Brasil tem que aproveitar que tem uma população jovem, melhorando a produtividade e garantindo e ampliando os direitos, por meio da educação, principalmente”, afirmou a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, em entrevista coletiva concedida após a abertura do I Seminário Internacional WWP – Um Mundo sem Pobreza, nesta terça-feira (18), em Brasília.

Tereza Campello destacou as diversas ações que apoiam que os jovens melhorem sua qualificação profissional. “Estamos com o Pronatec [Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego], o Prouni [Programa Universidade para Todos], o Fies [Financiamento Estudantil], programas para melhorar o acesso deles ao mercado de trabalho.”

Divulgado pelo Fundo das Nações Unidas para a População (UNFPA) hoje (18), o relatório Estado da População Mundial 2014 aponta que o Brasil tem hoje pouco menos de 30% da população com a faixa etária entre 10 e 24 anos. Mas que, em 2050, a perspectiva é que esse percentual se reduza a menos de 20%.

“A juventude hoje é uma das questões centrais em nossa agenda de educação”, disse Tereza Campello. Ela lembra que os investimentos feitos pelo governo federal em programas sociais reforçam a importância da educação, valorizando inclusive as crianças. “O principal ganho que temos com o Bolsa Família é que ele está garantindo que as crianças pobres estejam em sala de aula.”

A ministra ressaltou o desafio atual do país. “Nosso esforço hoje é que essas crianças aumentem a escolaridade, que cheguem ao Ensino Médio, e estamos vendo resultados muitos positivos. E reforçamos a entrada delas na escola cada vez mais cedo, principalmente as que têm de 0 a 6 anos.”

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