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Prefeituras reforçam ações integradas para o Bolsa Família

TRANSFERÊNCIA DE RENDA

Evento em Brasília reuniu representantes da assistência social, saúde e educação para discutir a intersetorialidade do programa de transferência de renda
publicado  em 27/11/2014 00h00

Brasília, 27 – Em 2015, os ministérios do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), da Saúde e da Educação precisam definir uma agenda para fortalecer a relação conjunta das três áreas no desenvolvimento do Bolsa Família. A ideia partiu de um grupo de 160 técnicos de governo estaduais e prefeituras, reunidos esta semana, em Brasília, para discutir a intersetorialidade do programa de transferência de renda.

A diretora de Planejamento Estratégico e Gestora do Bolsa Família de Resende (RJ), Maria José Barreto, destacou que a ação integrada na cidade para realizar a Busca Ativa foi intensificada com a participação de entidades sem fins lucrativos e igrejas. “Em março do ano passado tínhamos 6,3 mil famílias no Cadastro Único. Tínhamos a meta de chegar a 9,4 mil e conseguimos.”

Para isso, eles levaram à zona rural do município um ônibus adaptado, com entrevistadores, psicólogo, agente social e parceiros de assistência técnica no campo, como a Emater. “Nós entramos até em duas fazendas que ficam dentro da Academia Militar das Agulhas Negras. Enviamos ofício ao comandante pedindo permissão e tivemos livre acesso.”

Maria José ressaltou que o trabalho é permanente e que, para o próximo ano, eles planejam a compra de um trailer, já batizado de CadMóvel pela gestora, que fará o credenciamento na área urbana, de porta em porta da cidade de Resende, que tem aproximadamente 120 mil habitantes.

De São Bento (PB), Sandra Núbia, da Secretaria Municipal de Saúde, e Concília Lopes, da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Humano e Social destacam o sucesso da integração. “Somos a prova de que a intersetorialidade pode funcionar muito bem e de forma harmônica; tanto que viemos juntas”, disse Sandra. “Nós atendemos 7 mil cadastrados. O trabalho de todos é parecido e ainda facilitado com o apoio da prefeitura”, ressaltou Concília.

Uma das estratégias na cidade paraibana para que a integração funcione bem é o tempo de permanência dos profissionais. As duas, por exemplo, estão há mais de 10 anos na gestão do Bolsa Família, o que permite uma maior autonomia concedida pela prefeitura. “Ganhamos mais confiança para trabalhar com os beneficiários. Nosso próximo projeto é a criação de uma comissão especial de intersetorialidade do programa.”

Central de Atendimento do MDS:
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Ascom/MDS
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