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Povos e comunidades tradicionais apoiam combate à fome

COMUNIDADES TRADICIONAIS

Ministra Tereza Campello participou de encontro com lideranças destes segmentos da população em Brasília
publicado  em 27/11/2014 00h00

Brasília, 27 – A produção agrícola familiar de povos e comunidades foi destacada pela ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, como um dos destaques no combate à fome no Brasil. Ela participou nesta quinta-feira (27) do II Encontro Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais.

De acordo com Tereza Campello, o aumento na oferta de alimentos, um dos pontos que auxiliaram o país a sair do Mapa Mundial da Fome da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), se deu também graças ao apoio da agricultura familiar desses segmentos.

Somente no ano passado, os investimentos em políticas para apoiar os agricultores familiares somaram R$ 17,3 bilhões. A agricultura familiar é responsável por 70% do abastecimento do mercado interno de alimentos e a renda de seus trabalhadores aumentou 52% acima da inflação nos últimos 10 anos.

A ministra aproveitou para lembrar que os povos e comunidades são parte 1,7 % dos brasileiros que ainda permanecem subalimentados. Para Tereza Campello, é necessário promover estratégias diferenciadas para localizar estas famílias, por meio da Busca Ativa, e incluí-las no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal.

Discussões – A importância da participação social nas decisões de governo também foi tema das discussões do encontro. O secretário executivo do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome e presidente da Comissão Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais, Marcelo Cardona, destacou que os povos e comunidades tradicionais concordam sobre a importância do decreto do governo federal.

O representante das comunidades de fundo e fecho de pasto, Valdivino Rodrigues de Souza, destacou a importância do decreto da Política Nacional de Participação Social para esses segmentos. “A gente precisa participar dos conselhos, construir ideias e propostas”, concluiu.

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