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Pronatec Brasil Sem Miséria garante qualificação à população mais pobre

INCLUSÃO PRODUTIVA

Delci Lutz, de Novo Hamburgo (RS), contou como o programa transformou sua vida
publicado  em 11/12/2014 00h00

Brasília, 11 – Delci Lutz, desenhista de moda do município de Novo Hamburgo (RS), conheceu as políticas públicas do governo federal quando seus filhos ainda eram crianças. Trabalhava com costura em casa, o que a ajudava a cuidar sozinha do lar. Com o apoio do Bolsa Família, conseguiu mudar de vida e retornar aos estudos.

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Também conquistou qualificação profissional com os cursos do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec). “Quando fiz o curso de desenho no Senac, questionei se valeria a pena ou se seria um daqueles cursos que você acaba guardando o certificado na gaveta. Queria fazer cursos que me acrescentassem e isso aconteceu com o Pronatec”, disse.

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Delci Lutz participou do painel “Construção de Oportunidades – ampliando a inserção dos mais pobres no mundo do trabalho”, durante a sexta edição do Diálogos Governo-Sociedade Civil, nesta quinta-feira (11), em Brasília.

A desenhista, que devolveu o cartão do Bolsa Família em julho deste ano, contou também que já conseguiu abrir sua microempresa. “Hoje consigo caminhar com minhas próprias pernas e desejo que esta oportunidade que tive não pare e chegue a outras pessoas”, destacou, acrescentando que agora ela pode repassar o conhecimento adquirido. “Hoje também dou aulas no Senai e passo adiante o que aprendi.” Os dois filhos, contou a desenhista, também estão encaminhados. Assim como Delci, eles fizeram cursos do Pronatec e, atualmente, trabalham em uma empresa de transportes de Novo Hamburgo.

Durante o painel, o gerente executivo da unidade profissional e tecnológica do Senai, Felipe Morgado, destacou que o Pronatec vai ajudar nos desafios da indústria brasileira. Segundo ele, foram realizadas apenas seis mil matrículas do programa no Senai em 2011. Hoje, são 600 mil matrículas efetuadas na instituição por ano.

“Com essas oportunidades, acredito que a produtividade na indústria vai subir porque esse público está engajado na sua formação”, disse ele, ao citar que o índice de aprovação no Senai dos inscritos no Cadastro Único e dos beneficiários do Bolsa Família é maior se comparado ao dos não beneficiários. “Além disso, a evasão também é menor”, reforçou.

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