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Prêmio da FAO eleva status do país e autoestima do brasileiro, diz Campello

POLÍTICAS SOCIAIS

Ministra destacou nesse domingo (30), em Roma, na Itália, que o Brasil só reduziu a fome porque as soluções das questões sociais e econômicas se tornaram um único objetivo
publicado  em 01/12/2014 00h00

Brasília, 1º – “A redução da desigualdade no Brasil só ocorreu quando se decidiu construir um modelo de desenvolvimento econômico voltado para o combate à fome e à pobreza”, afirmou a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, nesse domingo (30), em Roma, na Itália, ao receber diploma da Organização das Nações Unidas para Agricultura e para Alimentação (FAO) que congratula o país pelos progressos obtidos na luta contra a fome nos últimos anos.

Ela ainda destacou que o prêmio melhora o status do país e a autoestima do brasileiro. “Ser reconhecido pela ONU melhora o status do país. Crianças bem nutridas e com saúde certamente vão ser crianças mais felizes do que foram seus avós e bisavós.” Campello falou também sobre o compromisso político permanente do governo brasileiro, iniciado em 2003 com o Programa Fome Zero, como fator fundamental para que o país saísse do Mapa Mundial da Fome em 2014. “É com orgulho que devo dizer que nasceu no Brasil a primeira geração de crianças livres da fome e na escola. Avançamos muito”, afirmou.


Durante a cerimônia, o diretor-geral da FAO, José Graziano da Silva, parabenizou o governo brasileiro por ter cumprido antecipadamente a meta de reduzir à metade o número absoluto de pessoas subalimentadas, definida na Cúpula Mundial de Alimentação, em 1996. “O mundo todo olha hoje para o Brasil por conta dos programas e políticas públicas em relação ao temas da segurança alimentar e nutricional”, disse. “Tem sido uma de nossas prioridades levar essas experiências bem-sucedidas para o âmbito global”, completou.

Entre 2002 e 2013, o país reduziu em 82% a população de brasileiros considerados em situação de subalimentação. Hoje, 98,3% da população brasileira tem acesso a alimentos. Segundo a FAO, entre os fatores decisivos para a conquista brasileira está o aumento da produção de alimentos disponíveis para a população, que agora consegue se alimentar com mais calorias.

Outras ações do governo federal que apoiaram o resultado positivo foram o aumento do salário mínimo, a ampliação do número de empregos formais e a atuação do Bolsa Família na redução da desnutrição, não só infantil, mas de toda a família. “O acesso a alimentos fora de casa, com a merenda escolar, também merece ser destacado. No Brasil, 43 milhões de alunos têm pelo menos uma refeição por dia. Isso equivale a uma Argentina inteira sendo alimentada com a merenda escolar”, comparou a ministra.

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