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Diálogos: agenda de inclusão no governo federal continua

BRASIL SEM MISÉRIA

Na sexta edição do Diálogos Governo-Sociedade Civil, os ministros Tereza Campello e Gilberto Carvalho destacaram avanços do Plano Brasil Sem Miséria e reforçaram compromissos
publicado  em 11/12/2014 00h00

Brasília, 11 – Na abertura da sexta edição do Diálogos Governo-Sociedade Civil, a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, reforçou que o ciclo do Plano Brasil Sem Miséria termina, mas a agenda de inclusão do governo federal continua. Ao lado do ministro Gilberto Carvalho, da Secretaria-Geral da Presidência da República, Campello lembrou que o plano contribuiu para reduzir a extrema pobreza nas regiões Norte e Nordeste de 17,9%, em 2002, para 1,9%, em 2013, entre os negros e pardos, de 12,6% para 1,7%, e entre as famílias com crianças maiores de seis anos, de 13,8% para 2,1% no mesmo período. “Conseguimos chegar no núcleo duro da pobreza. Entregamos hoje todas as nossas metas cumpridas, algumas com antecedência e outras ampliadas”, destacou ela, nesta quinta (11), em Brasília.

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Entre os resultados que Campello apresentou estão a saída de 22 milhões de pessoas da extrema pobreza desde 2011, a localização de quase 1,4 milhões de famílias por meio da estratégia de Busca Ativa, mais de 1,5 milhão de matrículas nos cursos de capacitação do Pronatec Brasil Sem Miséria, além de 702 mil crianças beneficiárias do Bolsa Família em creches e 9,1 milhões de doses de sulfato ferroso distribuídas para menores de dois anos.

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Na área rural, também foram celebrados o fomento e a assistência técnica para 354 mil agricultores familiares, a entrega de 750 mil cisternas para o consumo humano e 88 mil para o apoio à produção. “Chegamos ao final de um plano muito ousado e complexo voltado para um público que não era visto pelo Estado”, disse.

Campello ressaltou ainda que os resultados só puderam ser alcançados porque desde o início a sociedade civil estava presente na elaboração do Plano Brasil Sem Miséria e houve vontade política. “Sem a liderança e a determinação da presidenta Dilma, não teríamos orçamento e recursos humanos para promover a articulação que empenhamos nesta ação”, afirmou.

Por fim, a ministra apontou o caminho futuro: chegar a públicos específicos  que as políticas sociais gerais não atendem. “Os fenômenos sociais sempre podem voltar. Devemos ficar atentos a isso. Hoje temos um novo patamar no Brasil.”

Para o ministro Gilberto Carvalho, o dever foi cumprido porque milhões de brasileiros recobraram o direito à vida e à existência digna. "Este é o grande sentimento de satisfação que nos toma neste fim de mandato”, disse. Carvalho também ressaltou que há uma enorme responsabilidade de aprofundar este projeto. “Muito foi feito, mas outros desafios devem ser enfrentados, o que será possível a partir de uma aliança com a sociedade”, completou.

De acordo com ele, o Brasil Sem Miséria “não é apenas um gesto ético do governo”. O plano, disse Carvalho, teve a pretensão política de construir uma nova sociedade, com ampla participação, e “deu o direito à população de dirigir a sua vida”. “Por trás de cada cartão do Bolsa Família, em cada cisterna, em cada benefício, estamos desvelando um pano que mantinha os mais pobres invisíveis para a sociedade brasileira”, apontou. “O Brasil daqui para frente será outro. Não tenham dúvida disso”, concluiu.

Participam da sexta edição do evento representantes de movimentos sociais e do governo federal. O objetivo é discutir os resultados do plano brasileiro de superação da extrema pobreza. Ao longo do dia, beneficiários dos programas do Brasil Sem Miséria vão contar suas experiências.

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